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Cirurgia feita pelo robô? Não! Cirurgia feita por meio de um robô! Existe uma grande diferença entre os dois conceitos. Na cirurgia robótica, que representou um grande avanço na área de tratamentos minimamente invasivos, um médico experiente comanda os braços robóticos que operam o paciente. É ele quem faz a cirurgia.

O cirurgião principal comanda todo procedimento por meio de um console a poucos metros do paciente. Neste equipamento ele tem visão tridimensional real, nítida e ampliada do local a ser operado. As pinças da plataforma robótica proporcionam maior liberdade de movimento ao médico: é possível, por exemplo, fazer rotações em 360° — algo impossível à capacidade humana. O robô também filtra os tremores das mãos e viabiliza que as pinças cheguem à pequenos orifícios sem dificuldade.

Um cirurgião auxiliar fica próximo à mesa de operação para fazer os ajustes necessários no posicionamento das pinças. A plataforma robótica ainda faz uma leitura de até mil sinais por segundo do paciente.

Todo o movimento do cirurgião é reproduzido com exatidão pelo equipamento. Por isso, é a experiência, treinamento e habilidade dele que determinam o sucesso do procedimento.

A cirurgia robótica é indicada para uma série de procedimentos da área de urologia, como a prostatectomia e a nefrectomia. Entre as vantagens da técnica para os pacientes estão:

  • Menor risco de complicações durante a cirurgia
  • Menos dor no pós-operatório
  • Recuperação mais rápida
  • Retorno mais rápido à rotina

A técnica já é utilizada nos Estados Unidos desde os anos 2000. No país norte-americano, 90% dos procedimentos de tratamento de próstata são realizadas por cirurgia robótica. No Brasil, a tecnologia só chegou no ano de 2008, mas já existem 35 equipamentos em atividade em diferentes estados, inclusive Minas Gerais.

A cirurgia robótica também vem sendo utilizada com sucesso para procedimentos na área de ginecologia, coloproctologia e operações cardíacas.

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